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Vulvodínia: sintomas, causas e tratamento.

Você já ouviu falar sobre vulvodínia? Trata-se de uma patologia que atinge mulheres de todas as idades, embora seja mais comum em jovens. Estudos realizados nos Estados Unidos apontam que a condição médica acomete cerca de 16% do público feminino no país.

A doença nem sempre é reconhecido com facilidade. Há casos em que são necessárias visitas a três ou mais profissionais de saúde para um diagnóstico correto. Porém, o diagnóstico e o início do tratamento não devem atrasar muito, já que essas circunstâncias podem levar a transtornos psicossociais.

A vulvodínia caracteriza-se pelo desconforto vulvar crônico. As fortes dores e a ardência na região íntima feminina podem ocorrer tanto no clitóris, nos lábios ou no vestíbulo como em toda a região (vulvodínia generalizada), de forma espontânea ou provocada – durante o sexo, exames ginecológicos e exercícios físicos.

Os sintomas mais

 comuns da patologia são:

  1. sensação de calor;
  2. queimação e ardência;
  3. pontadas na área externa da vagina;
  4. coceira na região da vulva.

 

O que causa a vulvodínia?

A causa da vulvodinia ainda é desconhecida. Mas alguns especialistas acreditam que determinados fatores podem desencadeá-la. São eles: aspectos genéticos, sensibilidade a dor, inflamação da vulva, candidíase de repetição, disfunções no assoalho pélvico e, até mesmo, condições psicológicas (estresse, ansiedade, depressão, entre outros).

Como tratar a Vulvodínia?

A vulvodinia deve ser tratada por meio de uma abordagem interdisciplinar, isto é, da atuação conjunta de ginecologistas, fisioterapeutas especializadas em fisioterapia pélvica, psicólogos e nutricionistas. No entanto, a fisioterapia pélvica ganha papel de destaque quando falamos na diminuição de dores e no retorno da atividade sexual.

Como a Fisioterapia Pélvica atua no tratamento da Vulvodínia ?

A Fisioterapia Pélvica utiliza diversos recursos no tratamento, tais como:

  • Técnicas de massagem perineal,
  • Eletroterapia para analgesia,
  • Exercícios de contração e relaxamento do assoalho pélvico
  • Biofeedback de eletromiografia (EMG) 
  • Dilatadores e Educadores quando a paciente realiza contração involuntária da musculatura do Assoalho Pélvico

O principal objetivo da Fisioterapia Pélvica no tratamento da Vulvodínia é diminuição da dor e ardência, além do relaxamento da musculatura para facilitar a penetração durante a relação sexual.

Durante o período do tratamento, são feitos exames da musculatura pélvica com o propósito de avaliar a existência de pontos de gatilho de dor, espasmo muscular, grau de contração, assim como capacidade de relaxamento. 

Agora que você já sabe o que é a vulvodínia, as suas possíveis causas e tratamento, é hora de aprender a preveni-la. Para facilitar o seu trabalho, montamos uma lista com boas práticas para evitar o incômodo. Confira.

  1. Evitar o uso de produtos íntimos irritantes (sabonetes, cremes e outros perfumados);
  2. Manter as consultas ginecológicas em dia;
  3. Lubrificar bem a região antes do sexo, com óleo vegetal;
  4. Fazer refeições equilibradas e praticar atividades físicas;
  5. Evitar o estresse e a ansiedade;
  6. Vestir roupas leves e não apertadas, de preferência de algodão.

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