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3 fatores da fisioterapia pélvica que são cruciais para a eficácia do tratamento

A fisioterapia pélvica é responsável por tratar diversas disfunções do assoalho pélvico e seus sintomas. Assim, alguns exemplos são: incontinência urinária (de esforço, de urgência, pós prostatectomia), incontinência fecal, constipação crônica, vaginismo, vulvodínia, entre outros.

fisioterapia pélvica que são cruciais para a eficácia do tratamento

Mas quais são os principais fatores que contribuem para o sucesso do tratamento?

Ao longo da nossa experiência na área de fisioterapia pélvica, identificamos alguns pontos que influenciam de forma significativa na hora de alcançar os objetivos dentro de um plano de tratamento. Por isso, hoje falaremos sobre três destes aspectos que consideramos estar entre os mais importantes.

1) Avaliação

Não é novidade que uma avaliação minuciosa é importante para qualquer tratamento. Isso porque cada paciente tem sua história clínica e características pessoais que o tornam diferente de todos os outros pacientes.

Assim, na fisioterapia pélvica não poderia ser diferente. Além de toda a anamnese, é necessário uma avaliação do nosso principal foco: o Assoalho Pélvico.

“O paciente tem consciência da musculatura? Como está o tônus dela? A contração é forte? Sabe relaxar de forma adequada? A contração/relaxamento é coordenada?”

Dessa forma, todas estas respostas serão necessárias para definir o rumo do tratamento. Quanto mais eficaz for essa avaliação, maior a chance de sucesso no tratamento.

Hoje, existem ferramentas que aumentam a precisão dos dados avaliados. eletromiografia e a manometria, por exemplo, mensuram de forma quantificativa algumas características da musculatura. Este fator, juntamente com o olhar clínico do profissional facilita a avaliação e o acompanhamento dos resultados obtidos com o tratamento.

2) Percepção Muscular

Percebemos que esta foi uma das primeiras perguntas citadas na avaliação física:

O paciente tem consciência da musculatura?

Ter consciência significa saber onde está localizada, qual a função dessa musculatura e saber contrair e relaxar de forma adequada sem utilizar outros músculos para ajudar. É muito comum, porém incorreto, que os pacientes utilizem a musculatura das nádegas e/ou da parte interna da coxa para ajudar a contração do Elevador do Ânus (principal músculo do assoalho pélvico).

Mas porque a percepção muscular deve ser sempre o primeiro objetivo da fisioterapia pélvica? Em uma analogia muito exagerada, como vou fazer exercício para fortalecer meu braço se eu não souber movimentá-lo?

Alguns pacientes apresentam bastante dificuldade neste primeiro passo. Como este é necessário para diversos outros objetivos, essa dificuldade pode atrasar um pouco o andamento do tratamento.

Para estes pacientes é muito importante a utilização de ferramentas que mostram de alguma forma a informação do que ele está fazendo. Isto é, uma informação visual e/ou sonora de como e quanto ele está contraindo ou relaxando a musculatura solicitada. Assim, o paciente vai percebendo o que ele está fazendo de errado e o que ele precisa fazer para ter o retorno esperado.

3) Adesão ao Tratamento

Vale a pena ressaltar que um bom atendimento vai muito além de uma técnica bem executada. Não adianta apenas utilizar a melhor técnica ou recurso existente se o paciente não voltar para dar sequência ao tratamento. Portanto, é muito importante respeitar todas as características de cada paciente. Além disso, é essencial utilizar recursos que deixem o paciente a vontade e que facilitem a adesão ao tratamento.

Existem algumas ferramentas que tornam a fisioterapia mais lúdica, agradável e muitas vezes menos invasivas. Assim, é muito importante que clínicas especializadas tenham acesso à estas ferramentas para aumentar a chance de adesão. Como consequência, as chances de sucesso no tratamento e prevenção das disfunções do assoalho pélvico serão maiores.

Biofeedback: a ferramenta que permite maior eficiência no tratamento

Atualmente, existe no mercado uma ferramenta que facilitam e muito estes três aspectos listados: o Miotool. Ele é um aparelho deBiofeedback com eletromiografia desenvolvido para fisioterapia pélvica.

Este aparelho é o que temos de mais moderno no Brasil e permite uma avaliação extremamente precisa da musculatura do assoalho pélvico.

Através dele, o paciente pode acompanhar em tempo real na tela do computador ou televisão gráficos da contração e relaxamento solicitado pelo profissional, o que facilita e muito a percepção muscular.

Além  disso, o aparelho possui jogos lúdicos onde a musculatura comanda os os movimentos na tela como um videogame. Desta forma, e o tratamento fica mais agradável e divertido. Outra vantagem é que o Biofeedback com eletromiografia permite a utilização de eletrodos de superfície ao invés de sondas internas que muitas vezes atrapalham na adesão ao tratamento.

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