O câncer de próstata voltou ao centro das atenções
O câncer de próstata voltou a ganhar destaque na mídia após uma reportagem publicada pelo G1 revelar que o influenciador e especialista em aviação Lito Sousa foi diagnosticado com a doença. A notícia chamou a atenção de milhares de brasileiros e reforçou uma mensagem importante: o diagnóstico precoce pode salvar vidas.
Segundo dados divulgados na reportagem, o câncer de próstata continua sendo um dos tumores mais frequentes entre os homens brasileiros e é responsável por cerca de 48 mortes por dia no país. Apesar desses números, quando identificado nas fases iniciais, as chances de cura são bastante elevadas.
A repercussão da notícia também trouxe à tona outro aspecto pouco discutido: a recuperação após o tratamento. Muitos homens enfrentam alterações como incontinência urinária, dificuldade para controlar a bexiga e alterações na função sexual após a cirurgia de retirada da próstata. Felizmente, a fisioterapia pélvica tem um papel fundamental nessa etapa da reabilitação.
O que é o câncer de próstata?
A próstata é uma glândula localizada abaixo da bexiga e à frente do reto. Sua principal função é produzir parte do líquido que compõe o sêmen.
O câncer de próstata ocorre quando células dessa glândula passam a crescer de maneira desordenada, formando um tumor. Em muitos casos, a doença evolui lentamente e pode não apresentar sintomas durante anos, motivo pelo qual os exames preventivos são tão importantes.
Quais são os fatores de risco?
Alguns fatores aumentam a probabilidade de desenvolver a doença:
- idade acima de 50 anos;
- histórico familiar de câncer de próstata;
- homens negros apresentam maior risco;
- obesidade;
- sedentarismo;
- alimentação rica em gorduras e ultraprocessados.
Ter um ou mais fatores de risco não significa que o homem desenvolverá a doença, mas reforça a importância do acompanhamento médico regular.
Quais são os sintomas?
Nas fases iniciais, o câncer de próstata normalmente não provoca sintomas.
Quando eles aparecem, podem incluir:
- dificuldade para urinar;
- jato urinário fraco;
- necessidade frequente de urinar;
- sangue na urina;
- sangue no sêmen;
- dor óssea em casos avançados.
É importante lembrar que esses sintomas também podem estar relacionados ao aumento benigno da próstata ou a outras doenças urológicas. Apenas o urologista pode estabelecer o diagnóstico correto.
O diagnóstico precoce faz toda a diferença
Uma das principais mensagens reforçadas pela recente reportagem do G1 é que o diagnóstico precoce aumenta significativamente as chances de cura.
A avaliação costuma incluir:
- consulta com o urologista;
- exame de PSA;
- toque retal quando indicado;
- ressonância magnética;
- biópsia, caso exista suspeita.
Quanto mais cedo a doença é identificada, maiores são as possibilidades de realizar tratamentos menos agressivos e obter excelentes resultados.
O tratamento do câncer de próstata
O tratamento depende de diversos fatores, como:
- idade do paciente;
- agressividade do tumor;
- estágio da doença;
- condições gerais de saúde.
As opções podem incluir:
- vigilância ativa;
- cirurgia (prostatectomia radical);
- radioterapia;
- hormonioterapia;
- terapias sistêmicas.
Em muitos pacientes, especialmente aqueles submetidos à cirurgia, a recuperação funcional torna-se uma etapa extremamente importante.
A recuperação após a cirurgia merece atenção
A retirada da próstata representa um passo importante para o tratamento da doença, mas ela também pode provocar alterações temporárias ou persistentes.
As mais comuns são:
- incontinência urinária;
- perda urinária aos esforços;
- urgência urinária;
- diminuição da força do assoalho pélvico;
- disfunção erétil;
- redução da qualidade de vida.
Embora muitos homens acreditem que basta aguardar a recuperação espontânea, hoje já se sabe que iniciar um programa de reabilitação precocemente pode acelerar esse processo.
Como a fisioterapia pélvica ajuda após a prostatectomia?
A fisioterapia pélvica masculina é considerada uma das principais estratégias para recuperar o controle urinário após a cirurgia.
Durante o tratamento, o fisioterapeuta realiza uma avaliação detalhada para identificar o funcionamento dos músculos do assoalho pélvico e elaborar um plano terapêutico individualizado.
Os principais objetivos são:
- fortalecer a musculatura responsável pela continência urinária;
- melhorar a coordenação muscular;
- reduzir perdas urinárias;
- acelerar o retorno às atividades diárias;
- melhorar a qualidade de vida;
- contribuir para a recuperação da função sexual quando indicado.
O papel do biofeedback na recuperação
Na UROBECKEN, um dos recursos mais utilizados é o biofeedback.
Essa tecnologia permite que o paciente visualize, em tempo real, a contração da musculatura do assoalho pélvico, facilitando o aprendizado e tornando os exercícios mais eficientes.
Além do biofeedback, o tratamento pode incluir:
- treinamento muscular do assoalho pélvico;
- eletroestimulação quando indicada;
- exercícios funcionais;
- orientações comportamentais;
- treinamento vesical;
- programa domiciliar individualizado.
Quanto antes iniciar a fisioterapia, melhores podem ser os resultados
Diversos estudos demonstram que homens que iniciam a fisioterapia pélvica precocemente apresentam recuperação mais rápida da continência urinária.
Em muitos casos, o acompanhamento pode começar antes mesmo da cirurgia, preparando a musculatura para o período pós-operatório e facilitando a recuperação.
Por isso, a fisioterapia pélvica deve ser encarada como parte integrante do tratamento do câncer de próstata, e não apenas como um recurso para tratar sintomas já instalados.
Atendimento especializado na UROBECKEN
A UROBECKEN é referência em fisioterapia pélvica no Rio de Janeiro e oferece atendimento especializado para homens em recuperação após o tratamento do câncer de próstata.
Os pacientes são acompanhados por profissionais experientes, com protocolos individualizados e equipamentos modernos para avaliação e tratamento das disfunções do assoalho pélvico.
A clínica atende pacientes particulares e diversos convênios, entre eles:
- Prevent Senior;
- Hapvida NotreDame Intermédica;
- Saúde Petrobras;
- Unimed Seguros;
- Care Plus.
Para pacientes de outros planos de saúde, a UROBECKEN fornece nota fiscal e relatório fisioterapêutico, possibilitando o pedido de reembolso conforme as regras de cada operadora.
Conclusão
A repercussão da reportagem do G1 sobre o diagnóstico de câncer de próstata de Lito Sousa reforça um alerta importante: falar sobre prevenção, diagnóstico precoce e recuperação é fundamental para salvar vidas e preservar a qualidade de vida dos pacientes.
Se você foi diagnosticado com câncer de próstata ou está em recuperação após a cirurgia, saiba que a fisioterapia pélvica pode fazer parte desse processo, auxiliando na recuperação da continência urinária, da função do assoalho pélvico e do retorno às atividades do dia a dia.
Na UROBECKEN, você encontra uma equipe especializada, atendimento humanizado e um plano terapêutico individualizado para cada paciente.
Perguntas frequentes (FAQ)
A fisioterapia pélvica ajuda após a cirurgia de próstata?
Sim. Ela auxilia na recuperação da continência urinária, fortalece a musculatura do assoalho pélvico e pode contribuir para uma recuperação funcional mais rápida.
Quando devo iniciar a fisioterapia após a prostatectomia?
O ideal é conversar com o urologista e iniciar o acompanhamento assim que houver liberação médica. Em alguns casos, a preparação pode começar antes da cirurgia.
A incontinência urinária após a cirurgia é permanente?
Não necessariamente. Muitos homens apresentam melhora significativa com o tratamento adequado, especialmente quando a fisioterapia é iniciada precocemente.
O biofeedback realmente funciona?
O biofeedback é um recurso amplamente utilizado na fisioterapia pélvica porque facilita o aprendizado da contração correta dos músculos do assoalho pélvico e auxilia no acompanhamento da evolução do tratamento.
A UROBECKEN atende convênios?
Sim. A clínica atende diversos convênios e, para pacientes de outros planos de saúde, fornece nota fiscal e relatório fisioterapêutico para solicitação de reembolso.





