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Câncer de Próstata: 1 a cada 9 homens receberá esse diagnóstico ao longo da vida

Câncer de próstata: sintomas, tratamento e diagnóstico.De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), a previsão é que entre 2020 e 2022 sejam diagnosticados cerca de 197.520 homens com um carcinoma na região da próstata – o que corresponde a uma média de sete a oito pacientes descobrindo esta patologia por dia.

Diante de um cenário como este, se faz necessário, cada vez mais, expandir a conscientização acerca desta enfermidade. Por isso, aqui está um panorama importante sobre o que é o câncer de próstata, seu diagnóstico e, acima de tudo, como tratá-lo.

Confira agora e comece já a sua rotina de prevenção:

O que é o câncer de próstata?

Considerado o segundo principal motivo para a morte dos homens, como aponta a Fundação Oswaldo Cruz, o câncer de próstata é uma espécie de tumor maligno que se manifesta na glândula desta região, fazendo com que ela cresça.

Em geral, apesar de ter uma pouca taxa de mortalidade, com 1 para cada 41 homens, esta doença ainda demanda uma atenção por parte da equipe médica e do paciente, uma vez que pode se espalhar para os órgãos e tecidos próximos, como a bexiga ou reto.

Em seus estágios iniciais, este carcinoma geralmente não apresenta sintomas. Ainda assim, quando eles aparecem, pode surgir:

– Dor na região pélvica inferior;

– Urinar com frequência;

– Dificuldade para urinar, com dor ou queimação;

– Sangue ao urinar;

– Dor na ejaculação;

– Dor na parte inferior das costas, bem como nos quadris e nas coxas

Por esta razão, é importante ficar atento aos detalhes e, logo que um destes sinais aparecer, é indispensável procurar auxílio médico imediato.

Os fatores de risco

A realidade é que, ao menos, um em cada nove homens receberá este diagnóstico ao longo da vida, segundo o Ministério da Saúde. Apesar disso, é importante considerar a sua incidência em algumas condições ou faixas etárias, que podem ser fatores determinantes.

Para se ter uma ideia, conforme os homens envelhecem, o risco de desenvolver esta patologia se intensifica, o que faz com que ele raramente seja encontrado nos que possuem idade menor que quarenta anos. Por outro lado, seis a cada dez casos identificados são em pacientes com mais de 65 – o que é um verdadeiro alerta.

Isso acontece porque os danos ao material genético (DNA) das células da próstata são mais prováveis acima dos 55 anos. Logo, as células danificadas ou anormais podem começar a crescer sem controle e, como consequência, acabam dando origem aos tumores.

Além disso, o histórico familiar, o tabagismo e uma dieta com muitas gorduras, calorias e açúcares também podem influenciar no aparecimento – apesar de não serem propriamente ditos os causadores da patologia, em si.

O tratamento

Diante de tanta tecnologia e dos avanços na medicina, a escolha do tratamento ideal para cada caso pode variar de acordo com o estágio e grau do carcinoma, sua categoria de risco, a idade do paciente e também sua saúde. Por isso, é importante conversar com a equipe sobre suas opções.

Ainda assim, alguns dos tratamentos existentes são a radioterapia, a quimioterapia, a imunoterapia e a própria cirurgia, que é indispensável nos casos que estão avançados.

Dentro deste último contexto, a operação pode trazer alguns efeitos colaterais, como a incontinência intestinal e urinária, a disfunção erétil e o gotejamento pós-micção, tornando necessária a presença de um fisioterapeuta com especialização na área pélvica para auxiliar no processo.

Precisa de ajuda?

Se você se submeteu a uma cirurgia para a remoção de um câncer de próstata e precisa de ajuda, conte com o nosso apoio. Somos uma clínica especializada em fisioterapia pélvica e atuamos no tratamento e na prevenção das disfunções desta região, como é o caso da incontinência urinária masculina após a intervenção cirúrgica para a retirada do carcinoma.

Acesse o nosso site para saber mais, leia outros artigos relacionados para compreender melhor o assunto e, claro, clique aqui para saber mais sobre o Dr Juliano Silveira

Dr Juliano Silveira

Dr Juliano Silveira
Diretor da Clínica Urobecken, Mestre em Fisiopatologia Clínica e Membro da Associação Brasileira de Fisioterapia Pélvica.

 Se alguma outra dúvida sobre fisioterapia pélvica não foi esclarecida no artigo, pode deixar nos comentários ou então mandar para o whatsapp da clínica.

O primeiro passo para o sucesso do tratamento é a busca de informação.

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